Abro no blog uma nova categoria dedicada aos Infographics, poderão ver os exemplos que vou compilando no menu em cima — Infographics
http://emailcritic.com/2011/09/the-value-of-email-marketing/
Abro no blog uma nova categoria dedicada aos Infographics, poderão ver os exemplos que vou compilando no menu em cima — Infographics
http://emailcritic.com/2011/09/the-value-of-email-marketing/
(artigo publicado no Blog Cibertransistor, onde colaboro regularmente)
Sou um adepto dos Infographics, aquele velho ditado de “vale mais uma imagem que 1000 palavras” adapta-se perfeitamente quando toca a colocar informação relevante, normalmente em quantidades acima do desejado (mas que até resulta), de leitura fácil e de design apelativo.
Descobri esta elaborada pela empresa MRAonline.com com dados da AdAge e Magid Generational Strategies.
O que me chama a atenção nesta divisão geracional por idades (Baby Boomers, Generation X, …) e os seus hábitos de consumo de meios online e offline.
Destaco 3 aspectos:
- As 3 gerações mais jovens (Millennials e iGen), abaixo dos 30 anos consomem de uma forma geral mais media que as 2 gerações acima.
- O consumo de actividades online já ultrapassa o consumo de actividades offline em alguns segmentos e faixas horárias.
- Os segmentos mais elevados (acima dos 30 anos), especialmente os Baby Boomers, tendem a consumir media mais tradicional por oposição aos segmentos mais baixos.
O consumo dos media está a alterar-se, vai-se alterar e as gerações mais jovens, que de uma forma natural vão-se tornar as mais velhas, vão atribuir um peso diferente ao online, daquele atribuído pelos seus Pais e Avós.

Created by: MBA Online
Tornei-me fã da página “Nunca mais compro nada na Ensitel” não sei bem porquê, na prática não me lembro de alguma vez ter comprado lá alguma coisa, não que tenha alguma coisa contra a marca, mas na verdade nunca me disse muito, e juro mesmo que faça um exercício grande de memória, não me recordo de alguma comunicação, anúncio, spot que a marca tenha feito ou divulgado.
E eis que andando a navegar pela net, e vou jurar também, que ultimamente não tenho tenho tido muito tempo para olhar para a televisão, me deparo com este aparato todo á volta de um blog, um consumidor, uma marca e as proporções que o caso levou em 24 horas.
Não vou divulgar nºs pois de certeza estariam desactualizados logo a seguir, nem vou comentar juridicamente se os tribunais fizeram bem, decidiram bem, se a Ensitel tem razão (riscos feitos), ou se a Jonas tem razão (riscos já estavam), …
Mas o que é absolutamente incrível é a maneira feudal, arcaica, prepotente, anti-marketing, anti bom senso, tirana, ditatorial que a Ensitel adoptou, e como tentou aniquilar a voz de um consumidor, a voz de uma reclamação.
A única coisa que valeu á marca, é ver o seu nome inscrito nos compêndios, mercatore’s, como um caso de como não tratar uma crise, ou um consumidor. Disso já não se livra.
As restantes marcas, organizações podem estar agradecidas pela aula em tempo real, ao vivo e a cores, uma pós-graduação virtual (sem pagarem nada) de como não devem proceder quando recebem uma reclamação de um cliente. A Ensitel, Ensit(n)ou-nos a todos.
Neste País (não sei se noutros), fruto de uma herança que a reclamação não dá em nada, que o livro de reclamações não adianta de nada (e acreditem que tenho feito algumas, especialmente nos serviços públicos), estes assuntos são tratados como se de um procedimento administrativo se tratasse, reclamação é com o departamento júridico, que não percebe patavina de marketing, de comunicação.
A ver vamos no que vai dar este caso, de como a Ensitel vai descalçar esta bota, se tem razão, deve manter a sua posição e levar o caso até ás últimas consequências, agora vir pedir desculpas publicamente não adianta (mas ficava-lhe bem), pode ser que acalmasse os ânimos.
Agora que a Ensitel e as Ensiteis todas sofrem do que VanGogh sofria é verdade, cortam a orelha, quando não conseguem lidar com ela. Já em tempos tinha escrito um post onde dizia que as marcas como diria um amigo meu têm de estar dispostas a ter 2 orelhas e uma boca, para ouvirem o dobro daquilo que falam.
Mas isto é a minha opinião a de um simples consumidor.
Estarei aqui nestas conferências na próxima semana 
(artigo publicado no Blog Cibertransistor, onde colaboro regularmente)
Em finais de Abril deste ano, foi-me lançado o desafio pela Microsoft (Creative Confident Event) de comparar ou tentar comparar métricas entre os meios convencionais (nomeadamente TV) e a Internet.
O que me veio logo á cabeça, até porque lido diariamente com estas métricas é se o GRP (Gross Rating Point) seria a medida indicada para a medição da Internet.
Como acho que muitas cabeças pensam mais que uma recorri ás minhas comunidades (Facebook, Twitter, LinkedIn, Plaxo), para fazer essa questão, os resultados apontam para uma maioria de respondentes a dizer que não (57%). E não porquê?
Fui recebendo feeed-back durante a apresentação e em comentários no inquérito, que a Internet, ou a comunicação na Internet, tem uma capacidade acrescida de gerar envolvimento, “engagement”, afinidade, “creating time”, interactividade, … e como tal ver a internet na perspectiva redutora do GRP seria mau.
Concordo em absoluto e acrescento o efeito exponencial quando passamos para Social Media e comunicamos através de Social Media (avassalador o tempo de interacção quantitativo e qualitativo)
Mas…
Não sei ao certo qual a data de lançamento destes serviços por parte do Google, mas o certo é que tentou ou colocou-os em prática, nomeadamente no mercado Americano.
O Google á semelhança daquilo que faz na Web, passou/tentou passar o mesmo conceito para TV, Rádio e Imprensa.
Assim poderíamos licitar o CPM (Custo por mil contactos) que estaríamos dispostos a pagar e as nossas campanhas de TV, Rádio, Imprensa seriam colocadas directamente nas networks escolhidas.
Se no caso da TV, as coisas parecem estar implementadas, já na Rádio e Imprensa, revelou-se um fracasso, ver artigo publicado no Wall Street Journal.
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