Abro no blog uma nova categoria dedicada aos Infographics, poderão ver os exemplos que vou compilando no menu em cima — Infographics
http://emailcritic.com/2011/09/the-value-of-email-marketing/
Abro no blog uma nova categoria dedicada aos Infographics, poderão ver os exemplos que vou compilando no menu em cima — Infographics
http://emailcritic.com/2011/09/the-value-of-email-marketing/
(artigo publicado no Blog Cibertransistor, onde colaboro regularmente)
Sou um adepto dos Infographics, aquele velho ditado de “vale mais uma imagem que 1000 palavras” adapta-se perfeitamente quando toca a colocar informação relevante, normalmente em quantidades acima do desejado (mas que até resulta), de leitura fácil e de design apelativo.
Descobri esta elaborada pela empresa MRAonline.com com dados da AdAge e Magid Generational Strategies.
O que me chama a atenção nesta divisão geracional por idades (Baby Boomers, Generation X, …) e os seus hábitos de consumo de meios online e offline.
Destaco 3 aspectos:
- As 3 gerações mais jovens (Millennials e iGen), abaixo dos 30 anos consomem de uma forma geral mais media que as 2 gerações acima.
- O consumo de actividades online já ultrapassa o consumo de actividades offline em alguns segmentos e faixas horárias.
- Os segmentos mais elevados (acima dos 30 anos), especialmente os Baby Boomers, tendem a consumir media mais tradicional por oposição aos segmentos mais baixos.
O consumo dos media está a alterar-se, vai-se alterar e as gerações mais jovens, que de uma forma natural vão-se tornar as mais velhas, vão atribuir um peso diferente ao online, daquele atribuído pelos seus Pais e Avós.

Created by: MBA Online
Estarei aqui nestas conferências na próxima semana 
(artigo publicado no Blog Cibertransistor, onde colaboro regularmente)
Em finais de Abril deste ano, foi-me lançado o desafio pela Microsoft (Creative Confident Event) de comparar ou tentar comparar métricas entre os meios convencionais (nomeadamente TV) e a Internet.
O que me veio logo á cabeça, até porque lido diariamente com estas métricas é se o GRP (Gross Rating Point) seria a medida indicada para a medição da Internet.
Como acho que muitas cabeças pensam mais que uma recorri ás minhas comunidades (Facebook, Twitter, LinkedIn, Plaxo), para fazer essa questão, os resultados apontam para uma maioria de respondentes a dizer que não (57%). E não porquê?
Fui recebendo feeed-back durante a apresentação e em comentários no inquérito, que a Internet, ou a comunicação na Internet, tem uma capacidade acrescida de gerar envolvimento, “engagement”, afinidade, “creating time”, interactividade, … e como tal ver a internet na perspectiva redutora do GRP seria mau.
Concordo em absoluto e acrescento o efeito exponencial quando passamos para Social Media e comunicamos através de Social Media (avassalador o tempo de interacção quantitativo e qualitativo)
Mas…
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