Infographic – The Value of E-mail marketing

28 09 2011

Abro no blog uma nova categoria dedicada aos Infographics, poderão ver os exemplos que vou compilando no menu em cima  — Infographics

Links originais:

http://emailcritic.com/2011/09/the-value-of-email-marketing/





Who’s Using What Media and When?

28 09 2011

(artigo publicado no Blog Cibertransistor, onde colaboro regularmente)

Sou um adepto dos Infographics, aquele velho ditado de “vale mais uma imagem que 1000 palavras” adapta-se perfeitamente quando toca a colocar informação relevante, normalmente em quantidades acima do desejado (mas que até resulta), de leitura fácil e de design apelativo.

Descobri esta elaborada pela empresa MRAonline.com com dados da AdAge e Magid Generational Strategies.

O que me chama a atenção nesta divisão geracional por idades (Baby Boomers, Generation X, …) e os seus hábitos de consumo de meios online e offline.

Destaco 3 aspectos:

- As 3 gerações mais jovens (Millennials e iGen), abaixo dos 30 anos consomem de uma forma geral mais media que as 2 gerações acima.

- O consumo de actividades online já ultrapassa o consumo de actividades offline em alguns segmentos e faixas horárias.

- Os segmentos mais elevados (acima dos 30 anos), especialmente os Baby Boomers, tendem a consumir media mais tradicional por oposição aos segmentos mais baixos.

O consumo dos media está a alterar-se, vai-se alterar e as gerações mais jovens, que de uma forma natural vão-se tornar as mais velhas, vão atribuir um peso diferente ao online, daquele atribuído pelos seus Pais e Avós.

Media Consumption - 2011
Created by: MBA Online





ESOMAR – Online Research 2010 – 2nd Day

19 10 2010

Apresentação feita pelo facebook, onde mostra as metodologias que estão a desenvolver com a Nielsen, no seu recente produto BrandLift, lançado no início do ano no UK. A Nielsen está a desenvolver uma aliança estratégica com o facebook, com questionários colocados on-line, podem avaliar produtos, imagens, creative testing. O facebook é uma plataforma ideal de serem colocados estudos, sondagens, questionários. O elevado uso da plataforma, nº de horas que os utilizadores passam na mesma (ver vídeo mais abaixo com alguns números), permite essa interacção, e os utilizadores estão aptos a responder e colaborar com a mesma. Foi mostrada uma coorelação (94%) entre estudos facebook e tradicionais. A grande questão da sala é a constatação de que o Facebook está agora (a sério) no negócio do Research. Estaremos na frente de uma nova empresa de research, ou uma forte parceria com a Nielsen e aproveitamento da plataforma.

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ESOMAR – Online Research 2010 – 1st Day

18 10 2010

Numa das apresentações “Negative Publicity” apresentada por Kyle Findlay da TNS, foi dado ênfase aos comentários e posts colocados na Social media, que podem influenciar negativamente as marcas, os exemplos apresentados passaram desde um e-mail trocado entre um restaurante e um cliente (a propósito de uma reserva de mesa), que foi parar aos blogues, e passou as barreiras de conversa entre cliente e fornecedor para se tornar domínio público de discussão. Outro exemplo apresentado e como não poderia deixar de ser a questão de Tiger Woods, relativamente á sua infidelidade, e como isso foi propagado pela media (on-line, off-line) e que marcou negativamente as marcas patrocinadoras (Nike, Accenture, EA Sports, …)

As marcas hoje encontram-se mais expostas, por via da exposição a que estão sujeitas na social media, há que monitorizar, acompanhar.

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ESOMAR – WM3 2010 – Worldwide MultiMedia Measurement – Your audience = media consumer + generator – Overview

15 10 2010

ESOMAR – WM3 2010 – Worldwide MultiMedia Measurement – Your audience = media consumer + generator – Overview.





ESOMAR – Online Research 2010 – Programme

15 10 2010

Estarei aqui nestas conferências na próxima semana                     

ESOMAR – Online Research 2010 – Programme.





Será o GRP a medida adequada para a Internet?

13 07 2010

(artigo publicado no Blog Cibertransistor, onde colaboro regularmente)

Em finais de Abril deste ano, foi-me lançado o desafio pela Microsoft (Creative Confident Event) de comparar ou tentar comparar métricas entre os meios convencionais (nomeadamente TV) e a Internet.

O que me veio logo á cabeça, até porque lido diariamente com estas métricas é se o GRP (Gross Rating Point) seria a medida indicada para a medição da Internet.

Como acho que muitas cabeças pensam mais que uma recorri ás minhas comunidades (Facebook, Twitter, LinkedIn, Plaxo), para fazer essa questão, os resultados apontam para uma maioria de respondentes a dizer que não (57%). E não porquê?

Fui recebendo feeed-back durante a apresentação e em comentários no inquérito, que a Internet, ou a comunicação na Internet, tem uma capacidade acrescida de gerar envolvimento, “engagement”, afinidade, “creating time”, interactividade, … e como tal ver a internet na perspectiva redutora do GRP seria mau.

Concordo em absoluto e acrescento o efeito exponencial quando passamos para Social Media e comunicamos através de Social Media (avassalador o tempo de interacção quantitativo e qualitativo)

Mas…

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