Infographic – The Value of E-mail marketing

28 09 2011

Abro no blog uma nova categoria dedicada aos Infographics, poderão ver os exemplos que vou compilando no menu em cima  — Infographics

Links originais:

http://emailcritic.com/2011/09/the-value-of-email-marketing/





ESOMAR – Online Research 2010 – 2nd Day

19 10 2010

Apresentação feita pelo facebook, onde mostra as metodologias que estão a desenvolver com a Nielsen, no seu recente produto BrandLift, lançado no início do ano no UK. A Nielsen está a desenvolver uma aliança estratégica com o facebook, com questionários colocados on-line, podem avaliar produtos, imagens, creative testing. O facebook é uma plataforma ideal de serem colocados estudos, sondagens, questionários. O elevado uso da plataforma, nº de horas que os utilizadores passam na mesma (ver vídeo mais abaixo com alguns números), permite essa interacção, e os utilizadores estão aptos a responder e colaborar com a mesma. Foi mostrada uma coorelação (94%) entre estudos facebook e tradicionais. A grande questão da sala é a constatação de que o Facebook está agora (a sério) no negócio do Research. Estaremos na frente de uma nova empresa de research, ou uma forte parceria com a Nielsen e aproveitamento da plataforma.

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ESOMAR – Online Research 2010 – 1st Day

18 10 2010

Numa das apresentações “Negative Publicity” apresentada por Kyle Findlay da TNS, foi dado ênfase aos comentários e posts colocados na Social media, que podem influenciar negativamente as marcas, os exemplos apresentados passaram desde um e-mail trocado entre um restaurante e um cliente (a propósito de uma reserva de mesa), que foi parar aos blogues, e passou as barreiras de conversa entre cliente e fornecedor para se tornar domínio público de discussão. Outro exemplo apresentado e como não poderia deixar de ser a questão de Tiger Woods, relativamente á sua infidelidade, e como isso foi propagado pela media (on-line, off-line) e que marcou negativamente as marcas patrocinadoras (Nike, Accenture, EA Sports, …)

As marcas hoje encontram-se mais expostas, por via da exposição a que estão sujeitas na social media, há que monitorizar, acompanhar.

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A de abola, B de baixaki, C de …

13 09 2010

(artigo publicado no Blog Cibertransistor, onde colaboro regularmente)

A propósito da nova funcionalidade do Google lançada recentemente, resultados em tempo real á medida que se vai escrevendo, só disponível por enquanto na página www.google.com,

a revista AdvertsingAge, fez o teste e apresenta uma lista das marcas/expressões mais consultadas.

Vamos tentar em Google.pt fazer exactamente o mesmo (embora não tenhamos a pesquisa em tempo real temos as sugestões), aqui vai a lista:

A = abola

B = baixaki

C = cp Leia o resto deste artigo »





YouTube TV … VideoClube …

10 09 2010

(artigo publicado no Blog Cibertransistor, onde colaboro regularmente)

Li duas notícias hoje sobre parcerias efectuadas entre youtube e entidades ligadas a produção, difusão de conteúdos.  

O primeiro nos EUA, com a Lionsgate, MGM e Sony Pictures, onde encontramos um catálogo com mais de 400 filmes, disponível em http://www.youtube.com/movies, o outro acordo foi feito no UK com a Blinkbox, este só de acesso aos Residentes do UK, ou então através de algum artifício de alteração de IP (imagino eu)http://www.youtube.com/user/blinkbox

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Será o GRP a medida adequada para a Internet?

13 07 2010

(artigo publicado no Blog Cibertransistor, onde colaboro regularmente)

Em finais de Abril deste ano, foi-me lançado o desafio pela Microsoft (Creative Confident Event) de comparar ou tentar comparar métricas entre os meios convencionais (nomeadamente TV) e a Internet.

O que me veio logo á cabeça, até porque lido diariamente com estas métricas é se o GRP (Gross Rating Point) seria a medida indicada para a medição da Internet.

Como acho que muitas cabeças pensam mais que uma recorri ás minhas comunidades (Facebook, Twitter, LinkedIn, Plaxo), para fazer essa questão, os resultados apontam para uma maioria de respondentes a dizer que não (57%). E não porquê?

Fui recebendo feeed-back durante a apresentação e em comentários no inquérito, que a Internet, ou a comunicação na Internet, tem uma capacidade acrescida de gerar envolvimento, “engagement”, afinidade, “creating time”, interactividade, … e como tal ver a internet na perspectiva redutora do GRP seria mau.

Concordo em absoluto e acrescento o efeito exponencial quando passamos para Social Media e comunicamos através de Social Media (avassalador o tempo de interacção quantitativo e qualitativo)

Mas…

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Facebook quer dar mais destaque ás marcas

8 04 2010

A propósito desta notícia publicada no site da Marketeer, deixo aqui a minha opinião e comentário sobre a mesma.

Escrevi em post anterior qual a postura, a atitude que as marcas deveriam ter quando criam uma página ou perfil Social (seja facebook, youtube, twitter, ou outra). O seguir, o responder, o ser seguido, o permitir seguir, o acompanhar, … tudo faz parte da nova linguagem das redes sociais, e na prática as marcas têm estar dispostas e capacitadas a agir dessa maneira.

Mas, uma das grande virtude das redes sociais é a capacidade de criação e liberdade (dentro de limites) que os utilizadores têm para comentar, falar, expressar a sua opinião (visto do ponto de vista do utilizador), não podem as redes sociais profissionalizar demais as mesmas sob pena da sua audiência tornar-se profissional, perdendo o encanto para quem navega nelas. Concordo que as marcas devem estar nas redes sociais, mas com linguagens própria das redes sociais, eu próprio criei uma página para dar destaque a essa presença meritória por parte das marcas.

Não tornem o Facebook, um mega Centro Comercial, pois a esses eu só recorro quando quero. Além de que para redes profissionais, existem o LinkedIn, TheStarTrecker, Plaxo

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Um grupo criado para dar destaque ás marcas

8 04 2010

Criei recentemente um grupo no facebook, denominado Marcas, anunciantes, … que não deixam sem resposta os seus fãs.

Qual o objectivo do mesmo, simples dar espaço a marcas, projectos, negócios que optaram por utilizar o facebook para comunicação e o fazem de uma forma eficaz e seguindo a linguagem do social media.

Já se encontram lá alguns projectos, a adição é livre.

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Ídolos – Para lá da TV, audiências

24 10 2009

Para além das transmissões que estão a ser levadas a cabo em antena na SIC, e que passam por galas, repetições, transmissão das participações dos candidatos, idas a programas ao longo do dia, … a transmissão dos ídolos ou pelo menos parte dele (em forma de vídeos) passa para a blogosfera e inunda as redes sociais.

Se é certo que grande parte da audiência ainda vem da transmissão em televisão, uma média de 200.000 telespectadores, na transmissão das 3 galas, segundo dados da marktest, quando passamos para as redes sociais eis alguns nºs, sempre desactualizados a cada minuto que passa.

Página do Facebook, já com 3.290 fãs onde além dos vídeos colocados, os posts, criticas, comentários diversos. Para não falar dos vídeos colocados por cada amigo no seu mural, num dia recebi 3 vezes o vídeo de um dos participantes.

Youtube, parece não haver canal específico aqui dos ídolos ou pelo menos oficial, mas os vídeos retirados são da TV, pelas minhas contas e só pelas primeiras 3 páginas já vai acima das 55.000 visualizações.

A página oficial do programa, não tenho o nº de acessos á mesma, mas pelo menos já conta com 869 membros registados.

Twitter, o micro-blog do programa, com 335 seguidores. Leia o resto deste artigo »





Twitter & Google – Search What

30 09 2009

Já muito se falou e publicou acerca das diferenças e acessos a cada uma das redes e sites disponíveis, neste post vou-me debruçar mais especificamente nas capacidades do search de cada um dos sites Google e Twitter.

Inevitavelmente e na actualidade o Google, é sem dúvida o motor de pesquisa mais utilizado em todos o mundo, a sua quota de mercado poderá andar em torno de qualquer coisa como 80% das pesquisas mundiais (segundo a Market Share).

Mas na realidade o que o Google nos permite e na actualidade é uma indexação absolutamente fantástica e espantosa das, páginas, sites, blogs, sendo que a ordem dos mesmos é disponibilizada segundo um algoritmo complicado, que de acordo com a relevância, acessos, construção dos sites, etc., coloca determinado site ou página, numa posição mais elevada quando se efectua a pesquisa natural no Google.

A questão é, e no momento imediato, na actualidade, o que anda a ser dito, comentado sobre determinada marca, assunto, tema. Aí o Twitter consegue ganhar e ser uma das plataformas mais utilizadas e versáteis.

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