ClickMeter

5 04 2013

Image blog cibertransistor

(artigo publicado no Blog Cibertransistor, onde colaboro regularmente)

Chamei a esta técnica ClickMeter, porque na prática não passa de um “audímetro” na forma de click. O que fiz foi durante uma semana andar com um aparelho rudimentar (contador) e sempre que tivesse sido impactado por uma mensagem publicitária (spot de tv ou rádio, imprensa, internet, outdoor, …) clicava e aumentava o contador.

Pela imagem podem ver que nem sempre os valores são regulares, mas também não é suposto serem, os valores mais baixo são inclusive durante o fim de semana, menor tempo de deslocação automóvel, menos contacto com a internet (no meu caso), e estamos também numa altura do ano não muito propícia a saídas e deslocações.

Fazendo uma média diária, cheguei á conclusão que terei sido impactado com qualquer coisa como 168 menções, é provável que há quem seja mais, há quem seja menos, no meu caso foram estas. Cheguei a pesquisar em sites e alguns artigos/estudos falavam em valores muito mais elevados e com muito mais exposições.

Fiz e confeso que fiz um esforço enorme para no final do dia lembrar-me de tudo ou quase tudo o que tinha visto, e cheguei á seguinte conclusão.

Lembrava-me das marcas ou campanhas que:

  • Teriam maior repetição e presença (seja na rádio, tv ou outdoor)
  • Aquelas que foram planeadas em multimeios (presença em mais que um meio)
  • Aquelas que me causaram maior impacto e atenção (grandes formatos de outdoor)
  • Aquelas que não consegui desviar a atenção (em cinema, sim consegui ir ao cinema, ou na internet)
  • E as verdadeiramente criativas pela imagem, claim, música, …

Tenho de referir que este estudo foi feito por mim, a amostra sou eu, o universo sou eu, mas as conclusões acho que são mais ou menos óbvias, é difícil as marcas sobreviverem e captarem a atenção dos consumidores o share of atention não é só na categoria, mas com tudo o que comunica e impacta o consumidor. Novas formas e maneiras de comunicar são necessárias (e elas existem não são é tão massivas)

Estará este modelo de compra de publicidade (Bought Media) ultrapassado? Acho que não. Precisamos de continuar a perceber o que as marcas nos querem dizer, os produtos que querem vender, e esta forma de comunicar cumpre um papel fundamental, o de contribuir para awareness da marca, o dar a conhecer a marca.

Na altura de ir ao supermercado, escolha de automóvel, operadora de telecomunicações, … virão á memória estas imagens e o que as marcas queriam transmitir.

Experimentem fazer este mesmo exercício, se não for com um contador destes e se tiverem um android ou iphone, basta pesquisar uma app que sirva de counter, que tem o mesmo efeito.

Experimentem e venham colocar aqui os vossos valores





Infographic – The Value of E-mail marketing

28 09 2011

Abro no blog uma nova categoria dedicada aos Infographics, poderão ver os exemplos que vou compilando no menu em cima  — Infographics

Links originais:

http://emailcritic.com/2011/09/the-value-of-email-marketing/





Who’s Using What Media and When?

28 09 2011

(artigo publicado no Blog Cibertransistor, onde colaboro regularmente)

Sou um adepto dos Infographics, aquele velho ditado de “vale mais uma imagem que 1000 palavras” adapta-se perfeitamente quando toca a colocar informação relevante, normalmente em quantidades acima do desejado (mas que até resulta), de leitura fácil e de design apelativo.

Descobri esta elaborada pela empresa MRAonline.com com dados da AdAge e Magid Generational Strategies.

O que me chama a atenção nesta divisão geracional por idades (Baby Boomers, Generation X, …) e os seus hábitos de consumo de meios online e offline.

Destaco 3 aspectos:

– As 3 gerações mais jovens (Millennials e iGen), abaixo dos 30 anos consomem de uma forma geral mais media que as 2 gerações acima.

– O consumo de actividades online já ultrapassa o consumo de actividades offline em alguns segmentos e faixas horárias.

– Os segmentos mais elevados (acima dos 30 anos), especialmente os Baby Boomers, tendem a consumir media mais tradicional por oposição aos segmentos mais baixos.

O consumo dos media está a alterar-se, vai-se alterar e as gerações mais jovens, que de uma forma natural vão-se tornar as mais velhas, vão atribuir um peso diferente ao online, daquele atribuído pelos seus Pais e Avós.

Media Consumption - 2011
Created by: MBA Online