Será o GRP a medida adequada para a Internet?

13 07 2010

(artigo publicado no Blog Cibertransistor, onde colaboro regularmente)

Em finais de Abril deste ano, foi-me lançado o desafio pela Microsoft (Creative Confident Event) de comparar ou tentar comparar métricas entre os meios convencionais (nomeadamente TV) e a Internet.

O que me veio logo á cabeça, até porque lido diariamente com estas métricas é se o GRP (Gross Rating Point) seria a medida indicada para a medição da Internet.

Como acho que muitas cabeças pensam mais que uma recorri ás minhas comunidades (Facebook, Twitter, LinkedIn, Plaxo), para fazer essa questão, os resultados apontam para uma maioria de respondentes a dizer que não (57%). E não porquê?

Fui recebendo feeed-back durante a apresentação e em comentários no inquérito, que a Internet, ou a comunicação na Internet, tem uma capacidade acrescida de gerar envolvimento, “engagement”, afinidade, “creating time”, interactividade, … e como tal ver a internet na perspectiva redutora do GRP seria mau.

Concordo em absoluto e acrescento o efeito exponencial quando passamos para Social Media e comunicamos através de Social Media (avassalador o tempo de interacção quantitativo e qualitativo)

Mas…

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Conferência I-Com – 2010 Estoril

17 03 2010

Realizou-se na passada semana entre os dias 10 e 13 de Março o 3º evento, desta entidade. O I-Com (International Conference on Online Measurement), é uma entidade que reúne diferentes organizações em mais de 40 países, com enfoque na medição e discussão de métricas no Online. Em Portugal a entidade associada é a CAEM.

No Estoril, reuniram-me simultaneamente 2 eventos, o I-Com Global Sumit, e o I-Com Ibero-American Summit.

O que retive destes 3 dias de trabalho e apresentações?

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Fábrica dos GRP’s vai diminuir a produção – IIªParte

17 09 2009

No post anterior falei das questões técnicas/modificações da medição das audiências, neste falarei na eventual repercussão que isso possa trazer para o actual modelo de compra e venda de espaço publicitário. Com o efeito de diminuição das audiências nos canais aerial e aumento nos canais cabo, existirá um menor volume de GRP’s (Gross Rating Points) disponíveis para as marcas e anunciantes. A % de ocupação de espaço publicitário encontra-se regulada, não havendo lugar a aumentos, sendo a tendência exactamente o contrário.

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